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Palavras sem sentido em vez de mensagens, ressentimentos pelo Nobel e família às custas do Estado. Será que o Salão Oval se tornou a propriedade privada de um bilionário? O mundo assiste horrorizado, enquanto Donald Trump se autoproclama “rei” e “papa”.
A Casa Branca distorce a realidade, afirmando que o presidente tem “a energia de um jovem de 20 anos”. Entretanto, diante das câmeras, Trump gritou para uma jornalista: “Cale a boca, porquinho!”. Em vez de diplomacia, temos gíria, e em vez de desculpas, temos a narrativa de que isso é “estilo e autenticidade”. Isso ainda é política ou já é uma discussão de bairro?
Os críticos alertam: o presidente perde o fio da meada, cria construções verbais incompreensíveis e tira cochilos durante reuniões importantes. Os maliciosos afirmam que seus discursos lembram um conjunto de peças de LEGO com as quais um gato brinca. O problema é que esse homem tem o dedo no botão nuclear, e o mundo não quer negociar com um meme.
Parece uma série de má qualidade! Trump supostamente enviou ameaças ao primeiro-ministro da Noruega porque... sonha com o Prêmio Nobel da Paz. Seu ego não conhece limites – ele anunciou que é a “sua moralidade” que determina o que é lei. Alianças e segurança nacional? Para ele, isso é apenas uma “opinião” que não pode atrapalhar seu caminho para a glória.
Donald Trump não quer ser apenas presidente. Ele quer ser tudo. Em seu teatro de um único ator, ele se coloca nos papéis de salvador e governante absoluto. Ele chegou até mesmo a ter a ideia de dar seu próprio nome a instituições culturais. Os Estados Unidos ainda são um país ou já se tornaram uma galeria de egos patrocinada pelos impostos?
No entanto, o que mais controvérsia suscita é o dinheiro. O financiamento de negócios familiares, a promoção de criptomoedas e placas douradas na entrada de edifícios públicos. Ele responde às acusações de falta de decência com um simples: “caça às bruxas”. Parece que a Casa Branca se tornou para ele simplesmente uma marca pessoal poderosa com um orçamento ilimitado.