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Bitomat.com informações sobre caixas eletrônicos de bitcoins em todo o mundo para que os usuários possam tomar decisões mais informadas e utilizar os serviços disponíveis de forma mais segura, transparente e em conformidade com as exigências vigentes. Atualmente — dependendo do país, da operadora do equipamento, do tipo de transação e da legislação vigente — a verificação do usuário (KYC) pode ser exigida independentemente do valor da transação. Isso decorre das normas europeias e nacionais relativas ao combate à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo, à violação de sanções e a outras formas de criminalidade financeira.
Neste guia, explicamos por que a verificação pode ser necessária, quais dados podem ser solicitados e como todo o processo pode ocorrer na prática ao utilizar os bitomatos.
AML (Anti-Money Laundering), ou seja, combate à lavagem de dinheiro, é um conjunto de normas e procedimentos cujo objetivo é proteger o sistema financeiro contra o uso indevido para atividades ilegais. Isso inclui, entre outros, a lavagem de dinheiro proveniente de crimes, o financiamento do terrorismo, a evasão de sanções e diversos tipos de fraudes financeiras.
A aplicação das procedimentos AML pelos operadores responsáveis pelos caixas eletrônicos tem um objetivo muito específico. Acima de tudo, ajuda a reduzir o risco de fraudes, tentativas de uso de identidade alheia e transações que possam violar a legislação. Ao mesmo tempo, permite que os operadores avaliem se uma determinada transação pode ser realizada de acordo com as regulamentações vigentes e com os termos de uso do serviço em questão.
Graças aos procedimentos de combate à lavagem de dinheiro (AML), o uso de caixas eletrônicos de criptomoedas pode ocorrer de forma mais transparente e em conformidade com os requisitos decorrentes da legislação europeia, incluindo a MiCA, as normas de AML/CFT e as regulamentações vigentes em cada país.
A verificação é hoje um padrão no mercado de criptoativos — não é um obstáculo, mas sim um elemento que aumenta a segurança e a confiabilidade das transações. Se você deseja utilizar criptoativos de forma responsável e dentro da lei, o KYC e o AML podem ser parte natural desse processo.
Exemplo:
Imagine que alguém esteja tentando utilizar recursos provenientes de uma fraude ou um documento alheio. Graças aos procedimentos AML, essa transação pode ser suspensa, rejeitada ou encaminhada para uma verificação adicional, o que ajuda a proteger os usuários e a reduzir o risco de abusos.
Imagine que alguém tente se aproveitar do seu documento ou realizar uma transação em seu nome. Os procedimentos de identificação ajudam a reduzir esse risco.
Nos caixas eletrônicos de criptomoedas apresentados no Bitomat.com , pode ser necessária Bitomat.com do usuário antes da realização da transação — dependendo do país, do operador do equipamento, do tipo de transação, do valor e das normas AML/CFT em vigor, bem como das regulamentações relativas ao mercado de criptoativos.
O que isso significa na prática:
• antes de iniciar ou concluir uma transação, pode ser solicitado que você confirme sua identidade,
• o operador responsável verifica se o documento é válido e se pertence à pessoa que está utilizando o aparelho,
• a verificação geralmente é feita diretamente no caixa eletrônico,
• Em alguns casos, a operadora pode solicitar informações adicionais, documentos ou que você entre em contato com o atendimento do serviço em questão.
Graças a isso:
• diminui o risco de uso indevido de dados ou documentos alheios,
• o operador pode reduzir o risco de fraudes e abusos,
• as transações podem ser realizadas de forma mais transparente e em conformidade com os requisitos vigentes.
Exemplo:
Janek vai até um bitomat para trocar 200 euros por criptoativos. Ele passa pela verificação padrão de identidade e pode prosseguir com a transação, desde que não haja fatores de risco adicionais. Algumas horas depois, ele volta para trocar 1.500 euros — o procedimento pode ser semelhante, mas, dependendo do operador, do país e da avaliação de risco, podem ser aplicadas etapas adicionais.
A identificação do usuário não é um obstáculo, mas sim um padrão de segurança que ajuda a proteger os usuários e a reduzir o risco de uso indevido dos caixas eletrônicos para atividades ilegais.
Ao utilizar os caixas eletrônicos de bitcoins apresentados no Bitomat.com, o usuário pode estar sujeito à verificação de identidade (KYC) e a outros procedimentos de AML/CFT. O escopo desses procedimentos depende do país, do operador do equipamento, do tipo de transação, do valor e da avaliação de risco.
As diferenças podem surgir não apenas na fase da identificação propriamente dita, mas também no valor da transação e no escopo das atividades adicionais que possam ser necessárias.
Como isso funciona na prática:
• a transação pode exigir a confirmação da identidade do usuário,
• até um determinado limite, a transação pode ser realizada automaticamente no aparelho,
• no caso de valores mais elevados, a operadora responsável poderá solicitar documentos adicionais,
• Transações de valor muito alto ou atípicas podem exigir contato com a equipe de atendimento do serviço em questão antes de serem realizadas.
Se o valor exceder o limite operacional padrão ou se a transação suscitar dúvidas adicionais, o operador do dispositivo poderá solicitar documentos que comprovem a origem dos recursos (SoF — Source of Funds) ou a origem do patrimônio (SoW — Source of Wealth). Trata-se de um procedimento padrão de combate à lavagem de dinheiro (AML) aplicado no setor financeiro e nos serviços relacionados a criptoativos.
Exemplo:
Janek quer trocar 200 euros. Ele passa pela verificação padrão de identidade e realiza a transação no bitomato.
Alguns dias depois, ele planeja uma transação no valor de 1.500 euros — o procedimento pode ser semelhante, caso não haja fatores de risco adicionais.
No caso de uma transação planejada no valor de 25.000 euros, a operadora pode solicitar que Janek entre em contato com o atendimento do serviço em questão e envie documentos que comprovem a origem dos recursos, como, por exemplo, um extrato bancário. Após a verificação positiva, a transação poderá ser realizada.
Exemplos de documentos que a operadora pode solicitar:
• extratos bancários ou histórico da conta,
• contrato de trabalho, contrato de prestação de serviços ou contrato,
• documentos fiscais, por exemplo, PIT,
• escritura notarial no caso de venda de imóveis ou bens,
• histórico de transações da carteira de criptomoedas,
• confirmações de transações anteriores,
• documentos relativos à mineração,
• comprovantes de transações em bolsas de criptomoedas na venda de criptoativos.
Graças a esses documentos, o operador pode avaliar se os recursos provêm de uma fonte lícita e se a transação pode ser realizada de acordo com a legislação, o regulamento e a avaliação de risco.
Caso as informações fornecidas estejam incompletas, sejam incoerentes ou suscitem dúvidas justificadas, o usuário poderá ser solicitado a fornecer esclarecimentos adicionais. Em caso de falta de cooperação ou impossibilidade de confirmar a origem dos recursos, a transação poderá ser suspensa, cancelada ou recusada, de acordo com os termos e condições do operador responsável.
Esses procedimentos não têm como objetivo dificultar o uso dos caixas eletrônicos, mas sim proteger os usuários, reduzir o risco de fraudes e prevenir atividades financeiras ilegais.
De acordo com a legislação vigente, a operadora competente pode verificar se o usuário:
• não consta das listas de sanções,
• não está sujeito às restrições decorrentes das normas relativas a sanções,
• não é uma pessoa politicamente exposta (PEP), ou seja, uma pessoa que exerce ou exerceu no passado funções públicas importantes,
• não está vinculado a nenhuma pessoa ou entidade de risco elevado.
Essas medidas ajudam a reduzir o risco de lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo, evasão de sanções e outras fraudes financeiras.
O status PEP não implica automaticamente a recusa da transação. No entanto, pode significar a necessidade de realizar uma análise adicional, obter informações complementares, confirmar a origem dos recursos ou obter a aprovação do responsável pela conformidade por parte do operador.
Exemplo:
Maria tenta realizar uma transação, mas o sistema indica que ela pode ser uma pessoa PEP. Nessa situação, o operador pode solicitar informações ou documentos adicionais. Após a avaliação de risco, o operador decidirá se a transação pode ser realizada.
Se o valor da transação for elevado ou se o comportamento do usuário se desviar do padrão, o operador responsável poderá aplicar a Enhanced Due Diligence (EDD), ou seja, uma análise aprofundada.
Isso pode significar:
• solicitação de documentos adicionais,
• esclarecimento sobre a origem dos recursos,
• apresentação de uma declaração por escrito de que o usuário está agindo em seu próprio nome.
Exemplo:
Tomek realiza regularmente pequenas transações e, em seguida, faz um grande depósito. A operadora pode solicitar que ele explique a origem dos recursos, por exemplo, por meio de um extrato bancário. Em determinados casos, também pode ser necessária uma declaração por escrito.
Dessa forma, o operador ajuda a proteger não apenas o sistema, mas também os demais usuários.
As transações no bitomato só podem ser realizadas por uma pessoa que esteja fisicamente presente no local do aparelho e seja o titular do documento utilizado. Não é possível realizar operações em nome de terceiros.
Exemplo:
Se alguém tentar realizar uma transação utilizando um documento alheio, ela será rejeitada. Em caso de suspeita de fraude, o operador poderá solicitar informações ou documentos adicionais.
Caso a verificação não seja bem-sucedida, a transação poderá não ser realizada e, de acordo com o regulamento da operadora em questão, poderá ser cobrada uma comissão para cobrir os custos da verificação realizada.
A segurança dos dados dos usuários é fundamental:
• os documentos e as gravações devem ser armazenados de acordo com o RGPD,
• os dados devem ser protegidos contra acesso não autorizado,
• os dados não devem ser divulgados sem uma base jurídica adequada.
Exemplo:
Janek teme que seus dados possam ser divulgados. Os dados devem ser armazenados pelo período exigido pela legislação e utilizados apenas para fins legais.
Essas regras existem para garantir que o uso dos caixas eletrônicos seja seguro, transparente e em conformidade com as regulamentações vigentes.
Caso tenha dúvidas, questionamentos ou problemas durante a verificação, entre em contato com o departamento de atendimento indicado para o serviço ou dispositivo em questão.
Atualmente, o uso dos bitomatos apresentados no site Bitomat.com claro e transparente, em conformidade com a legislação vigente:
• você se aproxima do bitomato e seleciona o valor da transação,
• a transação pode exigir a confirmação de identidade (KYC), dependendo do país, da operadora, do valor e da avaliação de risco,
• para valores padrão, todo o processo pode ser realizado de forma autônoma e rápida, sem necessidade de contato com a equipe de atendimento,
• no caso de valores mais elevados, a operadora pode solicitar informações ou documentos adicionais,
• caso haja circunstâncias específicas, como, por exemplo, um valor muito alto, status de PEP ou comportamento atípico, pode ser necessário entrar em contato com a equipe de atendimento e enviar documentos que comprovem a origem dos recursos (SoF).
Todo o processo foi projetado para não complicar as transações e, ao mesmo tempo, aumentar a segurança. Dessa forma, os usuários ficam mais protegidos, as transações podem ocorrer de acordo com a legislação vigente e o sistema se torna mais resistente a fraudes e abusos.